Quem tem uma empresa sabe como é essencial criar uma presença digital forte. Para quem não tem experiência com programação, porém, desenvolver aplicativos, sites e e-commerces não é uma tarefa fácil. Saber o que é no-code ajuda a procurar por plataformas que permitem a criação desses recursos com muito mais facilidade.
Entenda o que significa no-code, quais as diferenças para a abordagem low-code e quais ferramentas utilizam esse tipo de linguagem. Continue a leitura!
O que é no-code?
No-code é uma abordagem de programação que não exige conhecimento prévio do usuário. Para entender o que significa “no-code” (“sem código”, em português), pense numa forma de trabalho que não exige que você já saiba como executá-lo. Para aprendê-lo, é preciso pôr a mão na massa.
As plataformas no-code, por exemplo, permitem que um usuário comum, que não entenda de codificação, possa criar aplicativos, sites e workflows. Não é preciso ler o manual ou assistir a videoaulas para entender como executar — o sistema trabalha com uma interface gráfica intuitiva, que permite a criação apenas ao “arrastar e soltar” elementos.
Por exigir zero conhecimento de programação e codificação, as plataformas no-code têm mais limitações. Na prática, o usuário já estará com um software pronto, com algumas opções de ajustes para deixá-lo adequado às necessidades da empresa. Porém, ele ficará limitado àquilo que os desenvolvedores primários já fizeram.
No-code na prática
Imagine que sua empresa receba muitos e-mails, comentários nas redes sociais e até telefonemas com dúvidas sobre seu produto. Mesmo com um FAQ no site, as dúvidas persistem — e o pessoal do atendimento repete as mesmas respostas continuamente.
A equipe fala com os profissionais de TI que, por terem outras ocupações, não conseguem lidar com o problema. Então, o atendimento investe em um chatbot no-code, ou seja, uma tecnologia que interage com o consumidor como se fosse um atendente humano, responde as principais dúvidas e encaminha questões mais complexas a um profissional real.
Agora que você já sabe o que é no-code, precisa entender a diferença para a low-code, outra tecnologia que se populariza continuamente e pode ajudar sua empresa a crescer.
Qual a diferença entre no-code e low-code?
A principal diferença entre no-code e low-code é o conhecimento prévio exigido ao utilizá-las. Enquanto a plataforma no-code não exige nenhum, a low-code precisa que o usuário saiba o mínimo de codificação.
Para resumir, enquanto a primeira entrega a funcionalidade quase pronta, com alguns ajustes para você deixá-la do jeito que precisa, a segunda exige mais conhecimento, mas entrega um resultado mais refinado e alinhado à sua necessidade.
Como as ferramentas no-code ajudam uma empresa?
As plataformas no-code oferecem diversos benefícios para uma companhia, como:
- redução de custos;
- autonomia;
- baixa curva de aprendizagem;
- fácil acesso à tecnologia;
- rapidez;
- flexibilidade.
Veja, com detalhes, por que as ferramentas no-code ajudam as empresas.
Redução de custos
Com boas ferramentas no-code, sua empresa não precisa contratar desenvolvedores, o que gera economia de custos.
Autonomia
Pessoas sem conhecimento em programação podem sugerir ferramentas e auxiliar no desenvolvimento de um app próprio para sua empresa. Essa facilidade traz mais senso de coletividade, já que todos podem contribuir, e, ao mesmo tempo, autonomia, já que os colaboradores não precisam de supervisão constante.
Primeiros testes com programação
A empresa poderá fazer seus primeiros testes com programação, o que permitirá não apenas entender um pouco sobre o assunto, mas também sua importância para o crescimento do negócio.
Fácil acesso à tecnologia
Qualquer pessoa pode trabalhar com no-code, pois a plataforma é intuitiva e preza pela usabilidade. Dessa forma, facilita o acesso à tecnologia por pessoas que não tiveram essa possibilidade.
Rapidez
Por ser simples de utilizar, você consegue montar sites e aplicativos com muito mais rapidez. Em muitos casos, o software fica pronto em algumas horas.
Flexibilidade
Apesar de suas limitações, a tecnologia no-code é bastante flexível. Você cria aplicativos personalizados, voltados às necessidades da empresa, e consegue modificá-los sem muito trabalho.
4 plataformas no-code muito comuns em empresas
Você pode não saber o que é no-code, mas provavelmente usa muitas plataformas do tipo. Conheça 3 exemplos muito famosos nas empresas:
- WordPress
- HubSpot CMS
- ClickUp
- Lecom
Entenda melhor como cada uma dessas ferramentas no-code funciona.
1. WordPress
O WordPress é um sistema de gerenciamento de conteúdo (CMS) no qual você pode administrar seu blog ou site por completo. É o mais utilizado no mundo: segundo o W3Techs, a plataforma no-code é responsável por 43,6% de todos os sites na Internet.
A plataforma permite que você:
- escolha um layout;
- insira produtos e serviços;
- monte um e-commerce (por meio de plugins);
- escreva posts de acordo com as regras de SEO;
- tenha diversas páginas com diferentes funções.
Além disso, o WordPress conta com uma série de plugins, que permitem não apenas montar um e-commerce, mas também avaliar se o post segue as regras de SEO, adicionar um formulário de contato ou integrar o Google Analytics.
2. HubSpot CMS
Além dos recursos de CRM e sales hub, HubSpot tem seu CMS, que permite criar sites, landing pages e blogs. Para montar seu site, basta arrastar e soltar os recursos que você deseja para sua página.
Quem já utiliza o HubSpot como CRM pode integrar seu conteúdo a todos esses recursos para ter uma plataforma completa.
3. ClickUp
O ClickUp é uma ferramenta de gerenciamento de projetos que permite a criação de workflows para cada processo. Os recursos da plataforma incluem tarefas, bate-papo, quadros brancos, planilhas e colaboração de documentos em uma plataforma unificada.
Intuitivo, o ClickUp permite que você crie tarefas, faça descrições, coloque os responsáveis em todas as etapas da atividade. É possível integrar mais de mil ferramentas e aplicativos.
4. Lecom
A Lecom é uma ferramenta de gestão inteligente capaz de gerenciar todo o seu negócio em um mesmo dashboard. Sua grande vantagem é ser no-code, o que permite que todos os colaboradores da empresa possam montar o sistema da maneira que sua empresa precisa.
Outra vantagem é que a ferramenta de gestão da Lecom é escalável. Portanto, você pode expandir o uso conforme o tempo.
Ainda, a plataforma se integra nativamente com as principais soluções de RPA e IA do mercado global.
Tendências de mercado: o futuro do no-code
Apesar de limitadas, o esperado é que plataformas no-code democratizem o acesso à programação e à codificação. Mais pessoas, independentemente de suas habilidades técnicas, conseguirão criar aplicativos e sites ao usar essas ferramentas.
O segredo está na expansão da personalização. Mesmo que o usuário se limite ao que o desenvolvedor inseriu nas plataformas, haverá mais opções e flexibilidade para mexer na tecnologia.
O que se espera é que um mesmo sistema possa ser no e low-code. Dessa forma, o usuário pode dar seus primeiros passos e, ao começar a estudar e praticar programação, fazer alterações mais refinadas e personalizadas.
As plataformas no-code, aliás, não impactarão negativamente o trabalho de desenvolvedores. Ao contrário: responsáveis pela criação, esses profissionais serão essenciais para democratizar o acesso a essa tecnologia.
Roberty Studio by Lecom: tecnologia low-code completa para você
Ao entender o que é no-code, você percebeu como essa tecnologia permite que pessoas que não entendem de programação possam criar aplicativos e soluções digitais. Porém, há limitações provocadas pela facilidade no seu manuseio: como os usuários não sabem codificar, limitam-se ao que está na plataforma.
Já a tecnologia low-code une o melhor dos dois mundos: com um pouco de conhecimento em programação, você consegue criar softwares mais sofisticados e adequados ao que sua empresa precisa. E é essa possibilidade que a Lecom quer trazer com Roberty Studio.
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